sexta-feira, 2 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
quarta-feira, 31 de julho de 2013
convivios
Parece que resolveram fazer mais um convívio familiar (primos), geralmente anual, este já é o 3º. Mais uma vez vou faltar (ainda não fui a nenhum destes 3), porque resolveram fazer ao sábado e esqueceram-se que ao sábado há gente que trabalha...
Acho que vai ser o mais pequeno de sempre!!
terça-feira, 30 de julho de 2013
Blog!!
Já desisti de um, se calhar vou desistir deste também...
Não é que não me apeteça escrever, que há muito que contar, mas Vocês iam achar que eu sou uma lamechas, porque a minha vida está bem ligada à crise, basta eu dizer que como tenho a canalha de férias, neste momento a minha vida passa por trabalho - casa e casa - trabalho.
Tenho saudades do mar, de passear na serra, de ver as montras na cidade (moro numa vila), os grandes centros comerciais...mas neste momento era mesmo o mar, caminhar na areia, com as ondas a bater nas pernas...e o mais impressionante, é que ele está ali, a 30 min...mas há tantas scuts até lá chegar...
E ouço falar em stress de férias!! mas o que é isso?
Já estiveram 6 anos seguidos sem saber o que é férias?
Já tiveram que contar os tostões pretos para comprar o pão?
Já foram ao monte da roupa que já não usam, ver se podem voltar a usar alguma?
E o calçado, nem conto!!
O meu mais velho acabou agora o 12º ano... e agora??
...
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Saudades...
Tenho saudades de muitas coisas, mas sobretudo, tenho saudades do Verão...
Sim, tenho saudades do verão, em que aproveitamos todos os fins de semana para ir pescar, para fazer piqueniques com a família, para estarmos todos juntos aos domingos em almoços que chegavam ao jantar...
é tudo isso que me deixa saudades.
Agora não é verão. é mais um dia de sol ou um dia de chuva que se passa, ou nem sol nem chuva (como hoje!).
A vida muda, as pessoas mudam, tudo muda...porque os "pilares" começam a faltar, e a diferença que faz!!
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo.
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